"A culpa"

Haverá arte sem sentimento de culpa? Haverá, sequer, comunicação?
E depois lembrei-me da religião, e da espiritualidade, e da célebre distinção entre ascetismo ordinário e extraordinário..., e dos "extraordinários" ascetas franceses (cátaros*), e dos evangelhos originais, e de Filipe o Belo, e do fim dos templários, e da tendência para a loucura, e da tendência dos "ordinários exércitos de Deus" para destruírem os loucos...
A perspectiva historicista é sempre interessante... Afinal de contas, nada se inventa, tudo se conjuga, repetitiva e circularmente...
Mas tudo isto são só lembranças, atente-se...
Deixa-se uma frase de Voltaire:
"(...)Entende-se por fanatismo uma loucura religiosa, sinistra e cruel; é uma enfermidade que se contrai como com a varíola(...)"
Equlíbrio? Conduzirá a algum lado? Não de um ponto de vista pessoal, mas de um ponto de vista macro-social?
Sei lá, nem quero saber..., (a essa questão têm-se dedicado os "exércitos de Deus" e os "exércitos do Diabo") mas procuro-o...
*A palavra cátaro tem uma raiz etimológica grega, catharos, que significa "puro".
Para maiores desenvolvimentos sobre esta problemática visitem este texto, que me parece bem estruturado, rigoroso quanto baste e pleno da "possível" informação sobre o assunto...
2 comentários:
A culpa é a a projecção do subconsciente na alma vagabunda e errante. Não faço ideia o que isto quer dizer, mas apeteceu-me dizer isto :)
Ah, e a palavra que tenho de escrever para submeter o comentário é - "Sting"
Boas Victor!
eheh! Lá no fundo sabes bem o que isso quer dizer, leia-se, se procurares bem no subconsciente...
É que as almas vagabundas e errantes sentem culpa, as outras, nem consciência têm...
Cumprimentos e cuidado com a "corda"... eheh!
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